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Maranhoso Vigarildo Ataca denovo. 18/09/2009

Posted by crwlady69 in É notícia.
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Sarney permite tortura e ainda persegue estudantes por causa de protesto no Senado

José Sarney é tido como uma pessoa amistosa, agradável e cordial no trato com as pessoas.

Quem é próximo a ele pode dizer se isso é verdade ou não.

Pouco me importa sua vida íntima. O que interessa é a sua atuação como homem público, representante eleito (e sustentado) pelo povo.

E na política, o senador eleito pelo Amapá é a um só tempo discreto e truculento. Sutil na forma como desfere seus golpes. Agressivo e impiedoso nos métodos e consequências de suas jogadas.

13 de agosto de 2009: dez estudantes driblam a segurança do Senado e promovem mais uma manifestação pedindo a renúncia de Sarney e toda a Mesa Diretora, entre outras reivindicações que foram omitidas pela grande mídia, ávida por arrancar o seu ex-dileto porta-voz do comando do Senado, mirando o presidente Lula.

Joedson Alves/Folha Imagem

Joedson Alves/Folha Imagem

Agentes da Polícia Legislativa, a “Gestapo do Senado”, como caracterizou um dos participantes do ato, reprimiram fortemente a manifestação, que nem de longe chegou a impedir a circulação ou o acesso dos senadores e servidores aos plenários e gabinetes.

Alguns integrantes do ato, organizado pelo Coletivo Independente de Manifesto e Ativismo (CIMA), foram levados a uma sala da “Gestapo” do Senado, nos porões do prédio. “Uma verdadeira masmorra”, apontou um dos manifestantes hoje (17), emaudiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado, presidida por Cristivam Buarque (PDT-DF).

Na “masmorra” permaneceram detidos ilegalmente, já que nenhum crime havia sido configurado. Foram intimidados e ameaçados por várias horas, com requintes de socos na mesa, dedos em riste e palavrões. Isso tem nome. Se chama tortura. E é crime imprescritível. Os seguranças do Senado merecem, no mínimo, responder a processo judicial.

Mas a história não acaba aqui.

No dia 26 de agosto, Sarney encaminhou ofício (veja abaixo) ao presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Leonardo Prudente (DEM), denunciando um dos manifestantes, assessor da deputada distrital Érika Kokay (PT), e cobrando “providências que Vossa Excelência julgar cabíveis”.

O capo maranhense reviveu duplamente os tempos da ditadura civil-militar à qual tão fielmente serviu: além de permitir que seus gorilas da “Gestapo do Senado” torturassem os estudantes, Sarney fez o papel de dedo-duro, delator, em represália à “ousadia” dos estudantes, e os denunciou aos seus chefes… por terem exercido sua liberdade de expressão e de manifestação política, direitos que, no discurso, ele diz defender.

Um outro estudante que também foi vítima da sessão de tortura psicológica recebeu uma dose maior do veneno vingativo do distinto membro da Academia Brasileira de Letras.

José Sarney telefonou pessoalmente para o chefe desse estudante e pediu a sua demissão. O pedido não foi atendido. Felizmente, nem todos se curvam ao senhor que tem certeza que é dono do Maranhão e do Amapá e se julga dono do Brasil.

Ao que parece, a mesma disposição para empregar agregados da família – como o namorado da neta – é usada também para atacar e se vingar de adversários, não importando o tamanho deles.

No relatório (também abaixo) enviado ao senador Sarney, a “Gestapo do Senado” entendeu que “não houve contravenção penal, mas tão somente uma manifestação com a lavratura de uma ocorrência para registro do evento”. Isso não impediu que a ira do senador se transformasse em perseguição política.

Agora, reflita você, leitor(a): se ele é capaz de fazer isso contra estudantes inofensivos apenas por terem se manifestado publicamente, imagine do que ele é capaz de fazer, na surdina contra seus adversários políticos.

A censura de blogs no Amapá é peixe pequeno. Assim como ele censura a voz dos opositores no Amapá e até jornais grandes como O Estado de SPo uso político da sua TV Mirante já foi confessado, involuntariamente, em suas próprias palavras (clique aqui para ver o vídeo com a conversa).

Ofício encaminhado por José Sarney ao presidente da CL-DF, denunciando um dos manifestantes que pediram sua saída da presidência do Senado:

Sarney: discreto e impiedoso

* Confira essa maTéria na integra pelo site:

http://brasiliamaranhao.wordpress.com/.

Cuidado Com o Chupa Cabra. 16/09/2009

Posted by crwlady69 in 1, Dica da Semana.
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São  comum hoje em dia golpes na internet. Mas como se proteger, com fazer uma compra segura, e como ter

Certeza de não está sendo clonado? – Essas e outras perguntas serão respondidas agora.

Clonagem de cartão: entenda como acontece e os riscos

Por Luísa Barwinski
segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O prejuízo dos chupa-cabras já soma mais de R$ 31 milhões no primeiro semestre de 2009 e continua crescendo por todo o país. Entenda como este crime acontece e descubra formas de prevenção.

  

Ter um cartão de crédito já abre uma nova porta para um perigo quase iminente aos usuários do dinheiro de plástico. Não é novidade que os cartões magnéticos são clonados de maneira grosseira por todos os cantos do país. Entretanto, o prejuízo causado por este tipo de fraude já ultrapassou a casa dos 31 milhões de reais só no primeiro semestre de 2009. Esse valor ainda não atinge grandes quantias se comparado à compra total via cartão de crédito no Brasil, mas já chegou a 1% deste todo.

 

Os “cartãozeiros”, como são chamados os fraudadores de cartões magnéticos, possuem diversas táticas para fazer com que o dono do cartão caia em um golpe. Há alguns anos, antes da introdução dos cartões com chip no mercado, o índice de clonagens era muito maior. Se ação fosse realizada em um caixa eletrônico em uma agência bancária (o que não é nenhum pouco incomum) os bandidos colocariam o “chupa-cabra” – aparelho usado para copiar as trilhas magnéticas do cartão – no leitor de cartões e, em um lugar um pouco mais alto, filmariam o cliente digitando a senha.

Estes aparelhos que roubam a identificação magnética dos cartões nada mais são do que leitoras comuns alteradas para que passem a gravar estes códigos e reproduzi-los em cartões quaisquer. No entanto, este método é um tanto grosseiro para os padrões tecnológicos que temos hoje. Infelizmente, a tecnologia também chega para auxiliar organizações criminosas e usuários mal intencionados.

 

Mau uso da tecnologia.

 

Com a chegada dos sites bancários e das funções home-banking, o bandido só precisa encontrar um arquivo espião para fazer com que a senha e o número de cartão de crédito sejam roubados do computador do cliente. Isso acontece muito em casos de emails fraudulentos que se passam por comunicados da Receita Federal, Caixa Econômica Federal e outros bancos brasileiros ou até mesmo do exterior.

O processo de clonagem é mais simples do que muita gente pode imaginar. Porém, exige um arsenal de equipamentos que chegam a custar mais de 10 mil dólares. Nestes casos, o falsário não trabalha com materiais quaisquer e sim com réplicas quase idênticas aos cartões originais das operadoras mais variadas. Para fazer essa falsificação as quadrilhas utilizam impressoras de cartões, máquinas para criação de hologramas, impressão das letras em alto relevo e uma série de outros equipamentos.

Entretanto, esse tipo de quadrilha altamente especializada é mais freqüente em países estrangeiros. No Brasil, o que se vê com freqüência são as falsificações grosseiras. Muitos bandidos aproveitam dos cartões magnéticos oferecidos em centros de diversão eletrônica de shoppings centers para reproduzir as trilhas magnéticas dos cartões originais.

 

As compras pela internet têm aumentado sensivelmente os números de fraudes envolvendo cartões de crédito em todo o Brasil. Os mesmos arquivos maliciosos escondidos em emails falsos roubam informações como número do cartão, data de validade e o código de segurança de três dígitos. Com esses dados, qualquer pessoa pode fazer compras no nome de quem quer que seja o dono daqueles dados. Por isso, se você costuma abrir todos os emails que chegam na sua caixa de entrada, comece a ser um pouco mais seletivo e desconfie de remetentes desconhecidos.

 

Como funciona o golpe.

 

Normalmente estas fraudes não se restringem apenas aos cartões magnéticos. Quem faz falsificações dos cartões também pode fazer cédulas de identidade falsas, CPFs adulterados e uma série de outros documentos cuja confecção de um exemplar falso podem levar à cadeia. A pena para este tipo de crime varia de 1 a 3 anos de prisão (caso o documento falsificado seja particular; ex.: a própria carteira de identidade) ou de 1 a 5 anos, se o documento for público, como é o caso dos cartões de crédito.

Se a quadrilha decidir atuar de maneira direta nos caixas eletrônicos e máquinas de cartão nas lojas a forma de enganar tanto o lojista quanto o consumidor é uma afronta. O bandido se faz passar por um técnico da operadora de cartão de crédito e diz que vai fazer a manutenção da máquina. Na verdade ele instala o “chupa-cabra” para conseguir os dados do cartão.

 

Cartões com chip: aumento na segurança?

 

A chegada dos cartões com chip aumentou a segurança dos usuários de serviços de crédito. Essa tecnologia unificou dois cartões em um só e evitar que o cliente ande com um cartão para débito e outro para crédito como acontecia com os cartões magnéticos. Os chips possuem mais memória e fazem com que um único cartão possua as duas opções de pagamento: débito e crédito. Além disso, essa tecnologia conseguiu derrubar os níveis de fraudes em 98% em território francês.

 

Um dos motivos pelos quais os cartões de chip são tão mais seguros que aquele de tarja magnético está no fato de que essa nova tecnologia trabalha com autenticação off-line, ou seja, não exige que o terminal (caixa eletrônico) esteja conectado com qualquer tipo de sistema além do que já está instalado. Esse tipo de cartão também é mais seguro no que se refere às transações feitas pela internet e dispensa a assinatura do portador, uma vez que o PIN do cartão é capaz de substituir essa necessidade.

A segurança dos chips também está no fato de que todos os dados contidos neste sistema estão criptografados. Entretanto, de nada adianta avançar cada vez mais a tecnologia para garantir a segurança dos usuários se o próprio cliente não toma os devidos cuidados com os seus cartões e documentos. Até mesmo os cartões de ônibus e metrô já passam por situação semelhante. Porém, a técnica para isso é diferente, afinal o sistema de funcionamento desses cartões é baseado em um sistema de Identificação por Frequência de Rádio – a mesma utilizada em etiquetas inteligentes em lojas.

Talvez ainda não exista um método 100% seguro para que as administradoras de cartão de crédito consigam manter os cartões longe dos falsários. Até mesmo o chip já sofre com algumas falsificações, afinal o que houve foi apenas a digitalização do processo que antes era analógico. Mesmo assim, é muito mais seguro fazer uso de cartões de chip do que continuar o uso daqueles que ainda têm a tarja magnética.

 

Golpes populares e como não ser enganado.

 

Existe milhares de maneiras utilizadas pelos bandidos para conseguir as suas informações sobre números de cartão de crédito. Às vezes é você mesmo quem “entrega o ouro para o bandido”. Alguém liga para a sua casa se identificando como um funcionário da operadora do seu cartão de crédito e informa que foi feita uma compra de um objeto bastante incomum no seu nome com um valor bastante alto.

Ao responder que não, você dará brecha para que o bandido diga que o seu cartão talvez tenha sido clonado e que é preciso fazer uma verificação. Ele pedirá que você informe o seu endereço, número do cartão e o número do PIN. Com esses dados o ladrão poderá fazer compras no seu nome a qualquer hora do dia. Ao final da ligação o suposto atendente pede que você telefone para a central de segurança da operadora do cartão informando o ocorrido.

Contudo, logo depois de desligar o telefone, já existirá uma compra no seu cartão e dessa vez ela é verdadeira e aconteceu por você ter cedido os números de segurança do seu cartão de crédito. Por isso, nunca diga a ninguém informações referentes à sua conta bancária ou cartões de débito ou crédito. Pode ser extremamente perigoso e, sem saber, você pode colaborar com o crime.

Outro golpe bastante difundido é o tão famoso “chupa-cabras”. Como não podemos saber se aquela máquina de pagamentos está ou não adulterada, procure nunca permitir que o atendente leve o cartão para longe da sua vista. Pode parecer um tanto exagerado, mas toda precaução é pouco quando o que está em jogo é manter o seu nome limpo na praça. Por isso, sempre que for realizar pagamentos com o seu dinheiro de plástico, fique atento para qualquer movimentação estranha.

Caso o seu cartão fique preso na máquina da loja ou no caixa eletrônico, procure anular ou cancelar a compra e comunique imediatamente o seu banco. Caso você utilize o telefone da cabine do caixa, verifique se o telefone funciona. Em caso negativo, o golpe é quase certo. Neste caso, não aceite ajuda de nenhum estranho.

Além dessas medidas de segurança, é importante que você se certifique que ninguém está observando enquanto estiver digitando a sua senha. É um direito seu exigir que as outras pessoas aguardem a vez respeitando as faixas marcadas no chão do banco. Dessa maneira você evita dores de cabeça envolvendo a segurança dos cartões e da conta bancária.

 

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